Há quem diga que o Google só consegue rastrear 1% do que existe online. Os outros 99% estariam na chamada Deep Web. Você já deve ter ouvido falar dela – e, se ouviu, provavelmente ficou em choque. Canibalismo e necrofilia são duas palavras comumente associadas à essa espécie de internet paralela, e servem como base para se ter uma noção do tipo de perversidade que se passa por lá.
Mas será que a internet paralela não é essa que a gente usa e a internet real é a própria Deep Web? Essa hipótese parece imunda se você pensar nas coisas macabras que existem por lá, mas talvez seja preciso ir além e ver que tem muita coisa boa sendo feita ali embaixo. Você vai esbarrar em um tráfico de drogas aqui, um assassinato ali, a conexão é bem mais lenta, mas sabendo navegar (ou seja: sabendo onde não clicar) a experiência pode ser muito mais enriquecedora do que estamos acostumados.
Há sempre um lado que pesa e outro lado que flutua
Na Deep Web tudo funciona na base de fóruns, exatamente pra dificultar o rastreamento por parte das autoridades. Você não vai encontrar sites bonitinhos. Você não vai encontrar muita coisa bonitinha (fotos de gatinhos trapalhões ficam restritas à web nossa de cada dia) tanto na estética como no conteúdo: apenas listas com um layout de internet do século XX, remetendo a tópicos desconcertantes, assombrosos ou repreensíveis – pegue o adjetivo mais sombrio que lhe ocorrer, coloque-o em cima do ombro e se prepare pra ser apresentado: “Oi, eu sou a Humanidade e quando não tem ninguém olhando é isso que eu faço”.
Claro que a parte bizarra da Deep Web é alimentada e consumida por gente de alma depravada e de vontades condenáveis em quase todas as religiões e épocas. Mas será, será mesmo, que é só isso?
Na internet normal você tem segurança, mas não tem anonimato. Na Deep Web você não tem segurança, mas tem anonimato. E esse exagero de privacidade da Deep Web pode ser usado para fins bem menos espúrios do que pedofilia, estupro e encomenda de assassinatos. Quer dizer, se a sociedade não está pronta para ver criancinhas mortas (é bom que não esteja), talvez ela também não esteja preparada para coisas como nível zero de censura ou documentos governamentais abertos ao público (ia ser bom se ela estivesse).
Muitos correspondentes internacionais se comunicam com suas respectivas redações por meio da Deep Web. Países como Irã, Coreia do Norte e China costumam controlar a internet convencional, sobretudo se quem estiver navegando nela for um jornalista estrangeiro. Nesse caso, usar a Deep Web é um jeito de burlar a censura. Especialistas acreditam que a própria Primavera Árabe não teria existido sem a Deep Web.
O Wikileaks e o Anonymous dificilmente teriam incomodado tanta gente poderosa se não fosse pela versão underground da internet. É lá que as quebras de sigilo começam – e foi graças a esse espaço que os próprios Anonymous divulgaram a identidade de quase 200 pedófilos no final de 2011.
Existem até agências que se dedicam exclusivamente a monitorar a Deep Web. Assim como assessorias de imprensa têm que rastrear a internet em busca de menções online de seus clientes, a Bright Planet vasculha a DW para encontrar virtualmente qualquer coisa. Em seu site, eles dividem suas ações em três: Governo (“ajudamos o Serviço de Inteligência dos EUA na Guerra Contra o Terror), Negócios (“seu negócio depende de inteligência em tempo real sobre coisas como propriedade intelectual&rdquo e Usuários Únicos (“indivíduos encontram dificuldade em usar os mecanismos de busca convencionais&rdquo. A Bright Planet não divulga sua cartela de clientes em seu site.
A disseminação de conhecimento e bens culturais na parte de baixo da web também é mais radical do que estamos acostumados. Fóruns de programação bem mais cabeçudos que os da internet superficial, livros até então perdidos, músicas que são como achados em um sítio arqueológico em Roraima, artigos científicos – pagos na web normal, gratuitos na Deep – Tudo que existe na web, existe de maneira muito mais agressiva na DW. Tanto pro bem quanto pro mau.
3 coisas que você precisa saber sobre a Deep Web:
- Para navegar na Deep Web, as pessoas costumam usar o TOR (The Onion Router), um software que impede que suas atividades online fiquem registradas e sejam bisbilhotadas por quem quer que seja. É o browser mais seguro e privativo - fatores importantes, tendo em vista que a Deep também é pródiga em vírus de todos os tipos e tamanhos.
- O principal jeito de usar a DW, pelo menos para um principiante, é a Hidden Wiki, o Google do subsolo internético. Ele é o índice que vai te levar para os locais em que você desejar. InfoMine e WWW Virtual Library são as plataformas mais recomendadas para busca de conteúdo acadêmico.
- Uma dica recorrente é: enquanto estiver na Deep Web não baixe nada, não fale com ninguém. A internet está cada vez mais censurada e pode ser que a DW seja sim a alternativa para a boa e velha (e nunca vista) liberdade totalitária. Contudo, se você resolver se aventurar de fato, é bom parar um minutinho e pensar em tudo que os homens podem fazer quando não tem ninguém dizendo não.
In E-Sim we have a huge, living world, which is a mirror copy of the Earth.
Well, maybe not completely mirrored, because the balance of power in this virtual world looks a bit
different than in real life. In E-Sim, USA does not have to be a world superpower, It can be
efficiently
managed as a much smaller country that has entrepreneurial citizens that support it's foundation.
Everything depends on the players themselves and how they decide to shape the political map of the
game.
Work for the good of your country and
see it rise to an empire.
Activities in this game are divided into several modules.
First is the economy as a citizen in a country of your choice you must work to earn money, which you
will get to spend for example, on food or purchase of weapons which are critical for your progress
as a fighter.
You will work in either private companies which are owned by players or government companies which
are owned by the state.
After progressing in the game you will finally get the opportunity to set up your
own business and hire other players. If it prospers, we can even change it into a joint-stock
company and enter the stock market and get even more money in this way.
In E-Sim, international wars are nothing out of the ordinary.
"E-Sim is one of the most unique browser games out there"
Become an influential politician.
The second module is a politics. Just like in real life politics
in E-Sim are an extremely powerful tool that can be used for your own purposes.
From time to time there are elections in the game in which you will not only vote, but also have the ability
to run for the head of the party you're in.
You can also apply for congress, where once elected you will be given the right to vote on laws
proposed by your fellow congress members or your president and propose laws yourself.
Voting on laws is important for your country as it can shape the lives of those around you.
You can also try to become the head of a given party, and even take part in presidential
elections and decide on the shape of the foreign policy of a given state
(for example, who to declare war on).
Career in politics is obviously not easy and in order to succeed in it, you have to have
a good plan and compete for the votes of voters.
You can go bankrupt or become a rich man while playing the stock market.
The international war.
The last and probably the most important module is military.
In E-Sim, countries are constantly fighting each other for control
over territories which in return grant them access to more valuable raw materials.
For this purpose, they form alliances, they fight international wars, but they also have
to deal with, for example, uprisings in conquered countries or civil wars, which may explode on
their territory.
You can also take part in these clashes, although you are also given the opportunity to lead a life
as a pacifist
who focuses on other activities in the game (for example, running a successful newspaper or selling
products).
At the auction you can sell or buy your dream inventory.
E-Sim is a unique browser game.
It's creators ensured realistic representation of the mechanisms present
in the real world and gave all power to the players who shape the image of the virtual Earth
according to their own.
So come and join them and help your country achieve its full potential.
Invest, produce and sell - be an entrepreneur in E-Sim.
Take part in numerous events for the E-Sim community.