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Havana, 02 de Fevereiro de 2016.

Saudações, guerreiros.

Com um pouco de atraso, nossa expedição tem seu início em terras caribenhas. Diretamente de Havana, capital de Cuba e ocupada por forças americanas, trago ao público brasileiro notícias atualizadas e um balanço das grandes movimentações ocorridas aqui nessa região. Desde a invasão do território nacional, a sondagem de novos aliados e a atenção para acontecimentos externos não é mais objeto de discussão: É prioridade da política externa brasileira.

PORTO RICO

Com apenas 16 cidadãos, a pequena ilha caribenha de Porto Rico é a nação genuinamente caribenha mais forte da região. Sem números de produtividade que despertem atenções, a pequena nação ao leste da República Dominicana conta com partidos que têm como pauta principal a insurreição das tropas nacionais contra a sua ocupação por forças portuguesas. Aliados do Haiti e com um tesouro nacional modesto, sem deixar de mencionar a considerável tributação aplicada pelo estado sobre diversos produtos, é uma nação que buscará alianças estratégicas e ajuda externa caso queira se ver livre de portugueses em seu território.

REPÚBLICA DOMINICANA

A terra das Américas onde Colombo pisou pela primeira vez conta com 13 cidadãos e força total razoável para o padrão das nações dessa região, inferior aos números porto-riquenhos e maior que o poder jamaicano. Detentores dos maiores índices de produtividade entre os países caribenhos, os dominicanos contam com unidades militares dotadas de bom poder de fogo para resistir aos conflitos com seus colegas haitianos, porto-riquenhos e jamaicanos. Apesar dos acordos firmados com os colonizadores portugueses, os dominicanos aparentam não ter abdicado aos planos de independência e auto-afirmação; seja enquanto nação independente, seja enquanto estado fantoche de Portugal. Pra mim, fica a segunda impressão.

JAMAICA

A terra natal de Bob Marley tem 12 cidadãos e aliados relativamente importantes para alcançar objetivos proporcionais às suas capacidades. Com números de força pouco superiores aos do Haiti, o povo jamaicano aliou-se aos haitianos em uma tentativa de libertação contra as forças colonizadoras de Portugal. A Rebel's Week recentemente iniciada é uma oportunidade única para que aquela nação tenha sua chance de reunificar o território nacional e resistir às investidas lusitanas. Protecionistas quanto ao comércio exterior, os jamaicanos contam com cofres bem abastecidos de moeda nacional e com uma região de potencial exportador em Clarendon. Relativa estabilidade política marca o cenário interno.

HAITI

A nação haitiana é composta de 13 cidadãos e poder de fogo razoável, encontrando na Jamaica um aliado modesto para tentar lograr o êxito em expulsar portugueses da região. Sem números que impressionem, o Haiti conta também com uma aliança estratégica com Porto Rico e conflitos com a República Dominicana e a Grécia. Por outro lado, o volume de moeda nacional em poder dos cofres governamentais impressiona em um primeiro olhar, acompanhado por impostos pesados. A rotatividade de poderes não é presente numa ilha que terá de se esforçar para se libertar das garras de Portugal, tendo que empregar força máxima durante a atual rebel's week.

CUBA

A grande herdeira do socialismo na América, Cuba, conta com não mais que 9 cidadãos e números que atestam decadência mesmo quando comparada às nações locais. O estado cubano conta com um número substancial de reservas em moeda nacional e carga tributária razoável comparando-se com aquela praticada no Haiti. O partido Cuba viva, representado no congresso local, aparenta não dar trégua aos interesses estrangeiros e não desiste quando o assunto é a independência nacional. Mesmo que sitiados, os cubanos possuem um diferencial estratégico em relação às nações caribenhas: Um edifício de defesa. Ainda assim, Cuba terá que formar uma coalizão internacional para se ver livre do imperialismo externo.

ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA

Como colonizadores de boa parte de Cuba, os americanos são vizinhos de cubanos e portugueses na ilha socialista ao sul da Flórida. Essa nação será abordada com mais detalhes no capítulo sobre América do Norte e Central. Aqui cabe ressaltar que a nação americana ocupa Sancti Spiritus, uma região rica em minerais, e não dá sinais de que pretende abrir mão do seu poder sobre Cuba. Talvez possa essa ser uma estratégia integrante do plano de expansão ianque sobre as demais Américas.

PORTUGAL

Algozes de todas as nações caribenhas, os colonizadores portugueses firmaram-se na região e investem na exploração econômica de terras ricas em recursos disponíveis e na dissuasão de exércitos anti-imperialistas através da diplomacia ou da força. A presença lusitana atraiu desafetos para si e abriu portas para invasões em outras partes da América. Perdidos os domínios caribenhos, Portugal veria seu projeto expansionista na América ser ameaçado pelas bases. Quem reuniria força párea o suficiente para encarar os lusitanos em nome da liberdade dos povos caribenhos? Essa é uma dúvida que fica até que alguém a responda de forma prática. Ressalte-se aqui que as posses no Caribe são de fundamental importância para a saúde da economia portuguesa, que por sua vez é alvo recente de especulações e rumores recentes.

COTAÇÃO DAS MOEDAS LOCAIS:1 CUC = 0,034 Gold. 1 HTG = 0,0299 Gold. 1PRD = 0,0937 Gold. 1 JMD = 0,0696 Gold. 1 PTE = 0,0997 Gold. 1 DOP = 0,049 Gold. 1 USD = 0,061 Gold.

Não perca a próxima reportagem, nosso próximo destino será a América do Norte. De lá, traremos a você a mais completa análise geopolítica sobre os novos das Américas do Norte e Central. O país a partir de onde será elaborada a reportagem ainda não está decidido. O que você espera saber sobre as nações ali localizadas? De que maneira você, leitor, acredita que o Brasil pode estabelecer relações estratégicas com as nações caribenhas em nome da defesa dos interesses nacionais? Deixe seu comentário. Encerro aqui a primeira reportagem da série jornalística Teatro de Guerra.

Saudações,
Don Cortez

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About the game:


USA as a world power? In E-Sim it is possible!

In E-Sim we have a huge, living world, which is a mirror copy of the Earth. Well, maybe not completely mirrored, because the balance of power in this virtual world looks a bit different than in real life. In E-Sim, USA does not have to be a world superpower, It can be efficiently managed as a much smaller country that has entrepreneurial citizens that support it's foundation. Everything depends on the players themselves and how they decide to shape the political map of the game.

Work for the good of your country and see it rise to an empire.

Activities in this game are divided into several modules. First is the economy as a citizen in a country of your choice you must work to earn money, which you will get to spend for example, on food or purchase of weapons which are critical for your progress as a fighter. You will work in either private companies which are owned by players or government companies which are owned by the state. After progressing in the game you will finally get the opportunity to set up your own business and hire other players. If it prospers, we can even change it into a joint-stock company and enter the stock market and get even more money in this way.


In E-Sim, international wars are nothing out of the ordinary.

"E-Sim is one of the most unique browser games out there"

Become an influential politician.

The second module is a politics. Just like in real life politics in E-Sim are an extremely powerful tool that can be used for your own purposes. From time to time there are elections in the game in which you will not only vote, but also have the ability to run for the head of the party you're in. You can also apply for congress, where once elected you will be given the right to vote on laws proposed by your fellow congress members or your president and propose laws yourself. Voting on laws is important for your country as it can shape the lives of those around you. You can also try to become the head of a given party, and even take part in presidential elections and decide on the shape of the foreign policy of a given state (for example, who to declare war on). Career in politics is obviously not easy and in order to succeed in it, you have to have a good plan and compete for the votes of voters.


You can go bankrupt or become a rich man while playing the stock market.

The international war.

The last and probably the most important module is military. In E-Sim, countries are constantly fighting each other for control over territories which in return grant them access to more valuable raw materials. For this purpose, they form alliances, they fight international wars, but they also have to deal with, for example, uprisings in conquered countries or civil wars, which may explode on their territory. You can also take part in these clashes, although you are also given the opportunity to lead a life as a pacifist who focuses on other activities in the game (for example, running a successful newspaper or selling products).


At the auction you can sell or buy your dream inventory.

E-Sim is a unique browser game. Its creators ensured realistic representation of the mechanisms present in the real world and gave all power to the players who shape the image of the virtual Earth according to their own. So come and join them and help your country achieve its full potential.


Invest, produce and sell - be an entrepreneur in E-Sim.


Take part in numerous events for the E-Sim community.


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